Acho que preciso postar com mais frequência, mas não vou fazer promessas pra 2012. Aos meus queridos amigos que me acompanharam neste 2011, o meu muito obrigada e um ótimo 2012 pra vocês!
Abaixo, segue o relatório do Blog, preparado pelo WordPress.
Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2011 deste blog.
Aqui está um resumo:
Um comboio do metrô de Nova Iorque transporta 1.200 pessoas. Este blog foi visitado cerca de 7.800 vezes em 2011. Se fosse um comboio, eram precisas 7 viagens para que toda gente o visitasse.
Diante da bandalheira que está instalada em nosso país no que se refere à política, é mais do que nossa obrigação como cidadãos tentar fazer alguma coisa pra diminuir a corrupção. Ajudar a divulgar e aderir à campanha pelo voto distrital é algo que está ao nosso alcance.
Pra quem ainda não viu o vídeo, é só clicar abaixo. Recomendo a todos!
Há dias, fazendo a leitura costumeira dos blos que assino no Google Reader, me deparei com um post divulgando a campanha pelo Voto Distrital. Informei-me a respeito do assunto, visitei o site e assinei a petição. Estou divulgando a campanha no meu GTalk e também já o fiz no Facebook, mas achei que seria legal colocar aqui os motivos pelos quais #Euvotodistrital, pra ver se estimulo quem me lê a participar e divulgar também.
O #Eu voto distrital é um movimento suprapartidário, de cidadãos brasileiros que sonham em ter um País melhor e mais justo. O objetivo do movimento é “aprovar pelo Congresso Nacional a Lei que torna o Voto Distrital (voto majoritário uninominal de dois turnos) no sistema eleitoral para eleição de deputados federais, estaduais e vereadores.”
- eu quero um representante que defenda os interesses do meu distrito, que esteja perto do povo, e que não esteja no Legislativo para defender interesses próprios ou de corporações;
- estando mais perto do povo, teremos mais condições de fiscalizar sua atuação e o cumprimento das promessas de campanha;
- quero ajudar a reduzir o gasto de campanhas, já que uma campanha que se faz em um distrito (uma área menor de atuação) é bem mais barata do que a campanha que se faz hoje em todo o estado, por exemplo. Com isso, ajudaremos a combater a corrupção e o uso de “caixa 2″.
- acho um verdadeiro absurdo que meu voto, em virtude do quociente eleitoral do sistema atual, seja destinado pra eleger candidatos que não conseguem o número de votos necessário para se elegerem pelos seus próprios méritos – canditados que muitas vezes eu nem sei quem são… ou pior: candidatos em quem eu não votaria nunca!
- quero votar no candidato de minha própria escolha – e não votar em lista fechada, dando às oligarquias partidárias o direito de fazer esta escolha no meu lugar.
- quero que as lideranças locais, que realmente defendem os interesses da população, tenham capacidade de disputar as eleições, com chances reais de vitória.
Enfim, há mais motivos porque #euvotodistrital, mas acho que aí já listei os mais importantes para mim.
O movimento precisa atingir cem mil assinaturas até este mês de setembro. Vamos ajudar a divulgar?
Abaixo, um belo vídeo de divulgação:
Pra quem quiser ler mais:
Artigo de Felipe Salto e José Emydio de Carvalho Neto, publicado na Folha de São Paulo, em 27/08/2011:
A Sam (@avidaquer) me convidou para esta blogagem coletiva #estudarvaleapena. O volume de trabalho não me permitiu escrever mais cedo, mas estou aqui agora, manguinhas arregaçadas, vamos lá.
A primeira coisa que me vem à cabeça quando se fala em escrever um post dizendo que estudar vale a pena é: triste do país que precisa fazer campanha dizendo que estudar vale a pena… Triste, muito triste. Porque saber que estudar vale a pena é algo que deveria ser óbvio a todas as pessoas. Mas, infelizmente, neste nosso país, não é. Muita gente pensa que estudar não vale a pena.
E aí, quando você pergunta a estas pessoas porque elas acham que não vale a pena estudar, elas citam exemplos de políticos, músicos e jogadores de futebol que tiveram sucesso sem ter precisado estudar.
Mas estas pessoas se esquecem de que a parcela da população que se destaca neste tipo de coisa é mínima, coisa de um em milhares, milhões. Estas pessoas não são a regra; são a exceção.
Uma pessoa que lê, que estuda, tem maior capacidade de entendimento das informações que recebe, desenvolve senso crítico, aprende a questionar, aprende a raciocinar, aprende a ir além da mera informação recebida.
Muitas pessoas reclamam dos políticos deste país. Há muita corrupção, pagamos uma quantidade de impostos absurda, sem termos serviços que estejam à altura de tamanha carga tributária. Uma maneira de mudarmos esta situação é investindo na educação. Um povo que lê, que se informa, que tem senso crítico, que sabe separar o joio do trigo, é um povo que não se deixa manipular por governantes ruins.
Enfim: só há um caminho para que possamos exercer plenamente nossa cidadania – e ele passa pela educação.
[update: perdoem erros de digitação; foi postado pelo celular e corrigido mais tarde... ]
Semana passada tive a honra de ver um post meu publicado no blog da Sam Shiraishi, jornalista e amiga dos tempos de Cefet-PR.
Sam é jornalista em mídia social e em seu blog trata dos mais variados temas, especialmente educação, sustentabilidade, filhos, maternidade e cidadania.
O post faz parte do especial de #férias em família que ela lançou neste mês de julho no “A vida como a vida quer” e lá eu conto o que andamos inventando aqui em casa nestas férias de inverno, pra entreter as crianças
Aproveitem a visitinha pra ler meu post lá e passeiem pelo blog todo. Tem muita coisa interessante lá pra ler e comentar!
Yumi agora tá numas de assistir ao dvd da Madonna (Sticky and Sweet Tour). Já decorou coreografias e letras (num idioma próprio, claro).
Dia destes, cantávamos Heartbeat no vestiário da academia. Eu cantando o refrão com ela:
- You know I feel it in my heartbeat…
Ela me corrigiu:
- Não, mãe, é ro-mi.
- Ah, entendi: you know I feel it in my heartbeat (tentando pronunciar algo mais parecido com o que ela disse), mas de novo fui corrigida.
- Não, mãe! É assim ó (e virou meu rosto com as mãos, fazendo com que olhasse bem na boquinha dela a pronunciar): RO-MI
Lá fui eu tentar de novo: You know I feel it in my RO-MI:
E ela:
- Isso, isso, mãe, muito bem!
Dia destes, Yumi estava brava com o papai (coisa boba, não lembro o motivo) e Kazuo me diz:
- Yumi tá bigando com o papai…
- Ééééé??! Porque que ela tá brigando com ele?
- Ela tá bava…
- Ahhhh, Yumi! Não pode brigar com o papai! – eu respondi.
E ele me responde:
- É, não pode bigar com o papai. Papai é bonzinho!
Eu fico indignada quando vejo propaganda enganosa por aí. A que me chamou a atenção, mais recentemente, foi a de um tal de Dietmax que vi por acaso Facebook (onde raramente entro, diga-se de passagem…).
Mas aí a chamada estava lá e eu fui conferir que tão milagroso medicamento era esse que fazia secar “nãos-sei-quantos-quilos” de gordura “estomacal” (sic) . Artistas e mais artistas dão seus depoimentos, atestando os efeitos admiráveis de tal “suplemento natural”. Usuários publicam seus depoimentos. O texto de divulgação diz “A comunidade científica já a considera como um grande avanço no campo da nutrição; Dietmax é, sem duvida, a dieta do futuro já que combina economia com eficiência”.
E lá vão as pessoas correndo comprar, experimentar, consumir feito umas loucas, insanas, esperando pelo milagre do emagrecimento “simples, fácil, rápido e sem sacrifícios”!
Eu estava quase deixando de escrever este post aqui (por pura falta de tempo) mais aí, fui fechar a janela do navegador na página do artigo de divulgação, quando fui advertida pelo site:
“Não vá embora ainda, clique Cancelar em baixo e descubra por quê tentas celebridades e modelos da Victoria’s Secret como Adriana Lima e Gisele Bunchen estão usando Dietmax para derreter gorduras e manter a elegância, até durante e após a gravidez.”
Eu posso com um troço destes??! Que absurdo! E aí, aparece outra página, enaltecendo as propriedades quase que “divinas” do “suplemento” e mostrando o que está “por trás” deste novo produto…. Tá bom.
Gente, em matéria de emagrecimento, não existe milagre!!! Não se consegue sem um mínimo de esforço, de sacrifício! E mesmo depois de emagrecer, será necessária alguma disciplina para que os quilos que foram embora não retornem mais.
Engraçado que a moça que testou o produto deve saber bem disso, porque escreveu lá como dicas: “tomar uma pílula ao dia, ter alimentação saudável; obedecer e acreditar!”. Pois é, gente, sem a tal da “alimentação saudável”, não há como emagrecer. Sem obedecer a algumas regras mínimas de boa alimentação, de exercícios fisicos, não há como atingir o objetivo de ter peso saudável. Ou melhor, até há, mas não será nada duradouro e nem algo saudável para seu organismo.
Pra quem quiser ver a matéria com os próprios olhos, abaixo segue o link.
Eu fico me perguntando: será que um dia as pessoas vão se convencer que não existe fórmula mágica para um emagrecimento saudável? Que a única coisa que faz emagrecer é ingerir menos calorias do que se gasta? E que, a dieta saudável, aliada à prática regular de exercícios físicos, é o que realmente nos faz atingir e manter um peso dentros dos patamares adequados, além de prevenir inúmeras doenças, colaborando para que vivamos mais e melhor? Pense nisso.