Z de Zebra

Um pouco sobre família, filhos, a vida, o mundo. O nosso dia-a-dia, o desenvolvimento e as peripécias de nossos filhotes.

News

Publicado por Andréa em 27/10/2009

Aproveitando o tempinho para umas notícias.

Criancinhas vão bem, cada dia mais sapecas, aprontando muito.

Kazuo está com 1 ano e quase 4 meses, falando umas palavrinhas (já contei aqui, né?). Além de papá, mamã, dedéia e alô, ele já fala “aika” (Laika), piu-piu, au-au, entre outras coisinhas.  Está entrando na fase “escaladora” e agora sobe um tudo o tempo todo!!! Pra gente conseguir jantar, temos que ir dando um jeito de distraí-lo o tempo todo, senão, ele sobe na mesa e aí ela aquela bagunça!!! Quer mexer dentro do nosso prato, quer pegar o saleiro, quer bagunçar muito. E ai de você se não deixar: é berreiro na certa!!!

Está nadando que nem um peixinho, adora água (tô devendo fotos e vídeos sobre isso aqui).

Yumi está uma fofurinha, cantando muito e já falando muitas palavrinhas também. Uma graça é vê-la falando “Brigada! De nada!” quando alguém dá alguma coisa pra ela. Sim, ela diz “obrigada” e ela mesma já responde “de nada”!!!

Outra coisa que ela adora fazer é passar o batom e colocar os sapatos da mamãe! Toda menina tem isso, né? No caso da Yumi, é mais pela imitação, do que por vaidade propriamente dita.

Uma coisa legal é que tem dias que ela quer escolher a roupa ou o sapato que vai usar pra sair. É muito legal ver nossos filhotinhos crescendo, amadurecendo e já querendo fazer suas escolhas – embora isso às vezes gere umas situações meio doidas, como o dia em que estava super quente e ela quis vestir uma jaqueta vermelha de inverno pra ir pra escolinha! Aliás, ela adora vermelho, que nem a mamãe e o papai!

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Crias

Publicado por Andréa em 26/10/2009

Pediram fotos das crias…

 

Yumi_no_toboga

 

Kazuo_assalta_geladeira

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Qual o maior estrago que filhotes de rott podem fazer?

Publicado por Andréa em 15/10/2009

duto_fluido_freios_danificados

É impressionante o estrago que filhotinhos de rottweilers podem fazer.

Dias atrás, saí de casa em um sábado e achei que o freio do carro estava meio esquisito – estava mais baixo que o normal. No domingo, idem.

Quando saí na segunda-feira, para ir ao centro da cidade comprar coisas com o Kazuo, percebi que o freio estava realmente baixo, mais baixo ainda que no dia anterior. Estava perto da concessionária e resolvi ir até lá.

Mais tarde, o consultor técnico me ligou para dar o diagnóstico: o “caninho” que leva o fluido de freio para as rodas estava danificado. O consultor me perguntou se eu tinha cachorros em casa, pois havia marcas de mordidas na região estragada. Sim, sim, temos cachorros – e ainda por cima, filhotes…

Bom, como as cachorrinhas já não cabem mais embaixo do carro, imaginamos que elas tivessem feito os estragos há uns dois meses atrás, logo que chegaram, quando adotaram o carro como “casinha”. Elas devem ter mordido o duto naquela época e com o uso dos freios, o estrago inicial provocado por elas foi aumentando, até que tenha sido danificado totalmente. Ah, sim, sim, só pra ressaltar: não é um caninho qualquer, fácil de danificar. É um cabo com várias camadas de revestimento, justamente para ser resistente.

Como elas não cabem mais embaixo do carro, não tomamos nenhuma medida preventiva quando o carro voltou da concessionária. Que vacilo…

Três dias após o conserto do carro, quando fui sair da garagem pela manhã, vi que o freio estava baixo e a luz indicativa do ABS estava acesa. Pensei: “Bom, estou sem ABS, o freio não vai funcionar do mesmo jeito, mas continuo tendo freio. Vou levar o carro na concessionária, porque deve ter dado algum mal contato ou algum problema no conserto que eles fizeram no freio.” Ledo engano.

Peguei a avenida principal aqui perto de casa e, além da luz do ABS, começou a acender a luz do freio, indicando baixo nível de fluido no sistema. Comecei a ficar totalmente sem freio. Com o carro daquele jeito, não dava pra eu ir a lugar algum, nem tentar chegar na concessionária. Chamei o guincho e eles levaram o carro pra oficina. Quando liguei para o técnico, contando que estava sem ABS e sem freios, ele não acreditou. Aliás, nem eu acreditava que aquilo estivesse acontecendo de novo!

Resultado: desta vez, as cachorrinhas (ou apenas uma delas, não sei), comeram o caninho do freio e o chicote do ABS (que vem junto com o sensor do ABS, que leva as informações das rodas para a parte eletrônica do carro). Um estrago beeeeem maior e muito muito mais caro do que o da primeira vez. Precisamente, 10 vezes mais caro do que o primeiro estrago!!!!!

O carro ficou uns 10 dias na oficina, até que a peça chegasse da fábrica (este tipo de peça não costuma ficar em estoque).

Conversando com o mecânico, percebemos que as cachorrinhas não precisam entrar embaixo do carro pra ter acesso a estas peças – que ficam perto da lateral do carro. Se a cachorrinha colocar apenas a cabeça e uma parte do peito embaixo do carro, já vai conseguir acessar e danificar o sistema. E as danadinhas devem fazer isso durante a noite, já que ficam “entediadas”, porque não têm (muitas) outras coisa pra fazer – e cão de guarda fica acordado durante a maior parte da noite, você sabia?

Sendo assim, como a fase de destruição total delas ainda está longe de acabar, estamos deixando as coitadinhas sempre trancadas nos fundos da casa, mesmo durante o dia. Só deixo as bichinhas soltas quando saimos com o carro. Mas vou providenciar alguma coisa, para liberar uma parte maior do quintal, impedindo apenas que elas acessem a parte em que ficam os carros. Fico com dó das bichinhas ficaram trancadas no fundo da casa o tempo todo… cachorro precisa de espaço e liberdade, ainda mais sendo filhote.

E antes que alguém pergunte “mas você não pensou em se livrar das cachorras? Não ficou com vontade de trucidá-las quando viu o que elas tinham feito?”, já respondo: Não, não fiquei, porque elas são filhotes, não sabem o que fazem, não têm entendimento. Nós, seres pensantes e adultos é que temos que pensar nas coisas e encontrar formas de viver em harmonia com os bichinhos – sem que eles causem estragos que provoquem verdadeiros rombos orçamentários!!!!

Além disso, aqui em casa gostamos de cachorros. E rottweilers são excelentes cães de guarda, além de muito dóceis e afetuosos com os donos, inclusive com as crianças. Mas durante a fase “criança” eles têm este instinto destruidor, não tem jeito. A gente é que tem que encontrar uma forma de contornar esta situação até que elas cresçam.

P.S.: Essa vai entrar pra história…

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Desfralde: mais uma etapa

Publicado por Andréa em 28/09/2009

Como já contei aqui, Yumi tem ido muito bem no desfralde. Xixi, já sabe fazer sozinha – mas muitas vezes acompanhamos, claro, pra limpar direitinho, pra lavar a mão direitinho, etc.

Já o aprendizado de fazer o cocô no banheiro é que está mais lento (e isso era mesmo esperado). Ela sabe quando é que está com vontade de fazer, mas não pede. Só avisa depois que já fez.

Outro dia, ela estava totalmente sem roupa em casa – tem feito calor e ela agora deu de ficar tirando a roupa o tempo todo – e aí veio a vontade de fazer cocô. Ela veio correndo até mim e pediu para ir ao banheiro. E não é que a danadinha fez direitinho no vaso? Ah, então é isso! É só deixá-la sem roupa que ela pede pra ir ao banheiro pra fazer o número dois!!!!

Depois deste dia, passei a usar a tática: ela chega da escolinha (a Yumi não faz cocô fora de casa, a não ser que não consiga segurar mesmo!) e eu tiro a parte de baixo da roupa dela. Em poucos minutos ela vem e pede pra fazer cocô.

Depois de uns dias que já tínhamos feito este treino, resolvi deixá-la com roupa mesmo pra ver o que acontecia. Funcionou algumas vezes: ela, mesmo com roupa, pediu para ir ao banheiro. Teve vezes, inclusive, em que foi ao banheiro sozinha e só me chamou quando tinha terminado (ainda bem, pois precisava limpar direitinho!). Mas, nos dias subsequentes, novamente ela começou a fazer cocô na roupa.

Resultado: voltei para a tática de deixá-la sem roupa, pelo menos assim acho que ela vai aprendendo a avisar quando vai fazer cocô, em vez de fazer na roupa.

É muito engraçado, porque quando ela faz o cocô, ela mesma começa a dizer “cuidado, cuidado” ou “fez? fez? fez cocô” – que são as coisas que eu costumo dizer pra ela nestas horas. (A gente diz “cuidado” pra que ela andar com cuidado até o banheiro pra limpar, se não, pode cair cocô da roupa e sujar o chão, além de sujá-la também).

De qualquer forma, estamos levando tudo sem stress, sem neuras. Se ela faz na roupa, eu explico que precisa chamar e fazer no banheiro. Além disso, tenho deixado ela sem roupa, pra estimulá-la a pedir para ir ao banheiro, apenas porque notei que isso não gera nenhuma apreensão ou medo nela.

Ela faz direitinho o cocô no banheiro quando está sem roupa, sem medo, sem chorar, sem ficar “travada” por causa disso. Se fosse necessário, eu colocaria uma fralda pra ela fazer o coô até que ela aprendesse a controlá-lo. Mas não creio que isso seja necessário – pelo contrário, acho que só vai atrapalhar e fazê-la confundir as coisas.

Devagar, ela vai se adaptando e a gente chega lá. :)

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Utilidade Pública: como saber a operadora de um celular?

Publicado por Andréa em 28/09/2009

Com a portabilidade, fica difícil saber qual a operadora de um determinado número de celular. Mas isso pode ser importante, uma vez que os planos de tarifas costumam embutir franquia para ligar para celulares da mesma operadora.

Se você precisa dessa informação, agora já pode saber acessando o site ABR Telecom. Coloque o DDD + o número do telefone desejado e digite as letras que aparecem no captcha.

Obs.: Vi esta dica no Infomaníaco, através de link compartilhado pela Sam no Google Reader. Notícia interessante é mesmo pra espalhar ;)

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Japanese Marimba Ponies Band

Publicado por Andréa em 13/09/2009

Vi este vídeo no blog da Veridiana Serpa, que leio via Google Reader. Interessante, doido até. Os menininhos que compõem a banda têm menos de 12 anos (com exceção do pianista, de 15 anos). O que toca os pratos tem apenas 3 anos!

Pra dizer a verdade, fiquei até com dó das criancinhas: imagina o treinamento insano que é pra que eles consigam tocar deste jeito! Coisas da (rígida) disciplina oriental.

 

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Tirando a fralda. Agora sim!

Publicado por Andréa em 12/09/2009

Uma coisa que queria contar aqui há alguns dias foi que tiramos definitivamente a fralda da Yumi. E foi fácil, rápido e indolor!!!

Foi assim: notamos que a Yumi estava ficando incomodada com a fralda. Pela manhã, ela acordava e já tirava a fralda sozinha. Ficava lá brincando um tempão, sozinha na cama, sem que escapasse nenhum xixizinho.

Durante o dia, muitas vezes ela fazia um único xixizinho na fralda e já começava a querer tirar. Além disso, já estava vindo nos avisar quando havia feito xixi e cocô.

Apesar de ser inverno e ela ainda não estar pedindo pra fazer o xixi, achamos que poderíamos tentar. Já no primeiro dia em que a mandei pra escolinha sem fraldas (foi uma 3ª-feira), ela fez tudo direitinho lá, sem deixar escapar um único xixi. Mas, ao chegar em casa, talvez porque aqui não houvesse as outras crianças para ela imitar, ela acabava ficando receosa de fazer o xixi no banheiro (tentamos com redutor no assento e também com peniquinho no chão). Eu a colocava lá e ela não fazia o xixi. Bastava que eu a tirasse do banheiro e ela fazia na roupa.

Isso aconteceu durante 2 dias. Aí, percebi que ela estava ficando incomodada de ir ao banheiro, não queria ir, chorava pra ir e resolvi não insistir. Deixava ela ir sem fralda pra escolinha e quando chegava em casa, colocava a fralda.

A semana acabou, veio o fim de semana e ela ainda com fralda em casa. Chegou 2ª.feira e achei melhor tentar novamente tirar a fralda em casa. Resultado: ela fez o xixi direitinho no banheiro! E depois deste dia não deixou escapar mais nenhum!!!! Não é uma maravilha???

O cocô ainda está difícil. Ela avisa quando fez, mas não quer fazer no banheiro. Percebo que ela tem medo, porque fica lá no banheiro, se segurando, e assim que eu a tiro do vaso, ela faz na roupa. Mas devagarinho a gente chega lá…

Pois é: nada como esperar o tempo certo da criança. Nada como ter paciência para esperar que a criança tenha a maturidade necessária para enfrentar esta nova etapa em sua vida. Se a gente insiste em por “o carro na frente dos bois” como já tinham sugerido que eu fizesse, tudo fica mais difícil, além de o processo de desfralde levar mais tempo e algumas vezes até traumatizar a criança (tanto a escolinha quanto a fono que fez a avaliação da Yumi no início do ano queriam fazer o desfralde há alguns meses atrás).

O legal de ter esperado a hora certa é que rapidinho ela assimilou o processo. Uns 3 dias depois que estava sem fralda em casa, ela mesma já passou a ir ao banheiro sozinha, fazer o xixi, limpar-se e dar descarga no vaso direitinho. E depois de uns 10 dias que estava sem a fralda, ela já pediu pra tirar o redutor do vaso sanitário: ela não quer mais usar, porque criança sempre quer fazer tudo como “gente grande” faz!!! Rsrsrs

Agora estamos esperando pelo sinal de que está na hora de tirarmos a fralda noturna. Desde que tiramos a fralda do dia, teve apenas uma vez em que ela acordou com a fralda da noite seca. Mas não tenho pressa: quando ela passar a acordar frequentemente com a fralda da noite seca, aí sim vai ser a hora de desfraldar nossa baixinha completamente!

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Como falar de sexo com as crianças?

Publicado por Andréa em 26/08/2009

Uma coisa que nos preocupa aqui em casa é como educar nossos filhos pra que não cresçam cheios de preconceitos em relação à orientação sexual das pessoas. Queremos criar pessoas que saibam que o respeito ao próximo está acima de qualquer coisa: cor, raça, religião, condição financeira, orientação sexual, etc. Além disso, temos uma preocupação em educá-los de forma que encarem o sexo como coisa natural do ser humano (porque é), como algo que faz parte da vida de todos assim como comer, tomar banho, etc.

Aí, por acaso, dia destes, deparei-me com uns textos bem interessantes na rede, que abordam como falar de sexo com crianças, homoparentalidade (termo novo pra mim, embora eu tenha entendido do que se trata já na primeira leitura), além de discutir a homossexualidade na infância e adolescência.

Seguem os links. Espero que gostem! :)

Métodos Lady Rasta de educar crianças: explicando que gays existem

Famílias homossexuais e homoparentalidade nos livros de educação sexual para crianças

Famílias homossexuais e homoparentalidade nos livros de educação sexual para crianças – 2ª parte
Vamos falar de sexo … com as crianças

Homossexualidade e crianças – Como lidar?

E pra quem se interessar pelo livro citado no terceiro post da lista acima, segue o link no Submarino (Não, não, não!! Isto não é propaganda, ok? É só pra facilitar. Nem sei se lá é o lugar mais barato pra comprar…):

http://www.submarino.com.br/produto/1/65721/vamos+falar+sobre+sexo

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Notícias do filhotes

Publicado por Andréa em 21/08/2009

Eu já tinha contado aqui que a Yumi está fazendo tratamento com a fono. Agora, ela já soltando mais algumas palavrinhas. Ela já tenta repetir quase todas as palavras que a gente diz e já aumentou bem seu vocabulário. Mas, sinceramente?, não acho que isso se deva ao tratamento, porque ela já estava fazendo isso quando começou a ir lá. De qualquer forma, acho que o tratamento ajuda, mas não tenho visto uma evolução muito grande, nada muito além daquilo que já era esperado pelo desenvolvimento que ela vinha tendo nos últimos meses.

Uma coisa que vejo que ajudou bastante foi ela ter passado para o programam Kids da academia, direcionado a crianças com idade a partir de 3 anos. Lá ela faz algumas atividades em grupo (natação e aulas de habilidades motoras). Nestas aulas, os professores cobram dela que participe, que obedeça regras, que faça junto com os demais alunos. E também pegam bastante no pé dela pra ela falar! Depois que ela começou lá (em maio) foi que vi uma melhora na parte de interação com as pessoas e também uma melhora do instinto imitativo (fundamental para o desenvolvimento).

Já o Kazuo está um fofo (eita mãe coruja esta que vos fala!!! Hahaha). Um ritmo de desenvolvimento que me espanta. Com 1 aninho já fala “mamã” “papá”, “dedéia” (acredite, ele me chama de “dedéia”… rsrsrs e a Yumi agora me chama de Dedéia também! Hahaha) e dia destes, pegou o telefone, colocou no ouvido e falou “alô” 3 vezes!!!! Sempre ele colocava o telefone no ouvido, falava “dadadada”, mas “alô” foi a primeira vez! Espantoso mesmo!

Já sobe sozinho no sofá e é super ativo. O instinto imitativo dele é muito forte. Dia destes, o Adriano chamou a atenção da Yumi, porque ela quis bater no Kazuo. Ele (Adriano) disse “não” e fez sinal com o dedo (movimento de ‘não’ com o dedo). O Kazuo olhou pra Yumi e ficou mexendo o dedo fazendo “não” pra ela!!! Ah, e ele já dá “tchau” quando vai sair ou a pessoa vai embora… Aliás, basta eu pegar minha bolsa que ele corre pra porta de casa, dando tchau pra empregada! Tadinho… nem sempre eu o levo comigo e aí ele chora que só.

Não sei se ele é precoce ou se tem um ritmo normal. Sei que me espanto de ver as coisas que ele faz. Fora que é uma draga, come um monte, de tudo (até couve-flor sem tempero eu dou e ele come!) e nunca engorda o suficiente. É, um cloninho do papai, que vai ser sempre magrinho… Rsrsrs

Mas ele é também muito, muito grudento comigo! Muito mais do que a Yumi (que já é grudenta) era. Isso às vezes cansa, porque ele sempre, sempre chora querendo meu colo. Não sei se porque ele é segundo filho, ou se porque ele acaba me cansando (psicologicamente, não fisicamente) mais do que a Yumi, ou se é porque agora não fico mais o dia todo fora como quando trabalhava, mas percebo que eu não tenho com ele tanta paciência quanto eu tinha com a Yumi. Acabo me sentindo mal, culpada, por isso. Veja só, que coisa né?, porque as mães tem sempre que sentir culpa? Porque é que a gente sempre tem que achar que nunca está fazendo o suficiente pelos nossos filhos?

De qualquer forma, tenho tentado ser mais paciente, mais carinhosa e mais amorosa com ele. Afinal de contas ele é meu filhote e eu tenho por ele tanto amor quanto tenho pela Yumi.

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É mesmo uma draga

Publicado por Andréa em 13/07/2009

Kk_comendo_casca_bananaFoto: Kazuo comendo casca de banana!

É, nosso menino é mesmo uma draga!!! Olha o bichinho comendo casca de banana!!! E vá tentar tirar dele pra você ver: ele abre o berreiro!!

Deixa comer, deixa experimentar. Afinal de contas, estas experimentações e descobertas é que fazem da infância uma fase tão encantadora! Hahahaha

Filhos são mesmo uma alegria, não é mesmo??? A gente ri tanto e se diverte com eles que posso afirmar: são uma dádiva que não tem preço!

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